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Valor das tarifas de saneamento básico está relacionado a investimentos

22/12/2017 - Ares PCJ

Quando se fala do dinheiro que a população desembolsa com as tarifas dos serviços de saneamento básico, são diversas as explicações pelo valor cobrado e pelas alterações tarifárias que o usuário percebe ao longo do tempo nas contas.

O comerciante Evandro Santos, 41, por exemplo, utiliza a água para diversas tarefas do dia a dia e viu o valor da conta subir depois de um tempo, mesmo com quantidade de consumo praticamente igual todos os meses. “Levei um susto quando, certo dia, veio mais cara a conta. Procurei saber e descobri que se tratava de um reajuste”, relata.

A ARES-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento Básico das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí) é a responsável pelos reajustes das tarifas dos serviços de saneamento básico nos 55 municípios associados. O ponto de partida para o reajuste é a realização do cálculo de custo médio dos serviços, e, depois disso, a comparação do quanto foi cobrado no último período e de qual deve ser o novo valor, levando em conta as despesas dos prestadores nos meses seguintes, bem como os investimentos.

De acordo com o coordenador de contabilidade regulatória da ARES-PCJ, Lucas Candido dos Santos, os reajustes tarifários são necessários por diversos fatores, sendo um dos principais a sustentabilidade financeira. “Visamos com isso que o prestador tenha condições financeiras de oferecer serviços de qualidade para a população”, ressalta.

Para a aposentada Rosalina Zanaqui, 71, o preço que paga pela água pesa no bolso, mas é justo. “Está totalmente dentro do normal esse valor, pois em casa o consumo é um pouco alto”, opina. E acrescenta: “Hoje em dia tudo é muito caro, então levar água até a casa da gente também deve ter um custo alto”, diz Rosalina.

Segundo o presidente da Coden (Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa), Ricardo Ongaro, o valor da tarifa é revertido em diversos benefícios ao cidadão. “Assim as famílias podem planejar filhos e netos com a garantia de sustentabilidade hídrica para os entes queridos”, destaca.

Ele conta que, no caso de Nova Odessa, um dos principais investimentos é em sistemas de redução de perdas, o que permite que, mesmo com o crescimento populacional, a quantidade de água retirada da represa hoje seja a mesma de cerca de dez anos atrás.

 
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